A SELIC a 13, 75% tornou o financiamento imobiliário mais caro, e isso já se reflete no volume de retomadas. Segundo o Banco Central, a inadimplência no Sistema Brasileiro de Pagamento (SBPE) aumentou em 15% nos últimos 12 meses.
Como isso chega ao leilão
A cadeia causal começa quando o mutuário deixa de pagar as prestações do financiamento. O banco, então, inicia o processo de cobrança e, se não houver pagamento, pode levar o imóvel a leilão. Isso ocorre porque a instituição financeira tem o direito de executar a hipoteca, conforme estabelece o Código Civil.
O leilão é um processo público e transparente, realizado por meio de um edital que especifica as condições do imóvel e do leilão. O lance mínimo é estabelecido com base na avaliação do imóvel, e o leilão é conduzido por um leiloeiro oficial.
Dimensão do problema
A inadimplência no SBPE é um problema crescente no Brasil. Segundo o Banco Central, a inadimplência total no SBPE alcançou R$ 143 bilhões em junho de 2026, um aumento de 20% em relação ao mesmo período do ano anterior.
Imóveis vs Veículos
A inadimplência em imóveis é mais alta do que em veículos. Isso ocorre porque os imóveis são mais caros e têm um prazo de pagamento mais longo, o que aumenta o risco de inadimplência.
Região
A região Sudeste é a mais afetada pela inadimplência em imóveis. Isso ocorre porque a região tem uma grande concentração de população e atividade econômica, o que aumenta a demanda por imóveis e, consequentemente, o risco de inadimplência.
Contexto jurídico
A Lei 14.711/2023 estabelece as regras para o leilão de imóveis. O artigo 879 do Código de Processo Civil (CPC) define o leilão como um processo público e transparente, realizado por meio de um edital que especifica as condições do imóvel e do leilão.
Antes e depois da Lei 14.711/2023
Antes da Lei 14.711/2023, o leilão de imóveis era regulamentado pelo Código de Processo Civil de 1973. A nova lei trouxe mudanças importantes, como a possibilidade de realizar leilões online e a criação de um registro nacional de leilões.
Recorte regional
No Espírito Santo, a inadimplência em imóveis é um problema significativo. Segundo o Tribunal de Justiça do Espírito Santo (TJES), o número de ações de execução de hipoteca aumentou em 25% nos últimos 12 meses.
A capital, Vitória, é a cidade mais afetada pela inadimplência em imóveis. Isso ocorre porque a cidade tem uma grande concentração de população e atividade econômica, o que aumenta a demanda por imóveis e, consequentemente, o risco de inadimplência.
Onde encontrar esses bens
O LeiloAI é uma plataforma que oferece acesso a mais de 986 fontes oficiais de leilões em tempo real. Além disso, a plataforma oferece ferramentas como a Calculadora de Arrematação e a Calculadora de ITBI para ajudar os investidores a tomar decisões informadas.
Para encontrar imóveis retomados no Espírito Santo, é possível consultar a página de imóveis em ES do LeiloAI. Além disso, é possível consultar a página de Linhares (ES) ou Serra (ES) para encontrar imóveis retomados em outras cidades do estado.
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Exemplos de leilões
- Imóvel em Leilão em ANCHIETA (ES): avaliação de R$ 1.315.660, lance mínimo de R$ 569.679, 57% abaixo da avaliação, encerrado em 08/08/2026.
- Terreno 866 m² - Boa Vista - Cachoeiro de Itapemirim - ES em CACHOEIRO DE ITAPEMIRIM (ES): avaliação de R$ 978.320, lance mínimo de R$ 978.320, 0% abaixo da avaliação, encerrado em 08/08/2026.
Fechamento
A inadimplência em imóveis é um problema crescente no Brasil, e o Espírito Santo não é exceção. No entanto, com a ajuda do LeiloAI, é possível encontrar oportunidades de investimento em imóveis retomados. Lembre-se de sempre consultar as ferramentas e recursos oferecidos pela plataforma para tomar decisões informadas.